Aniversário de 18 anos do Povo da Rua

Aniversário de 18 anos do Povo da Rua

apresenta “Zona do Paraíso”

e “Os Dez Mandamentos da Capital” em Porto Alegre

 

Apresentações gratuitas serão sempre na Redenção, nos finais de semana do mês de maio

 

O grupo de teatro Povo da Rua prepara uma agenda de espetáculos para no mês de maio. Nos dias 7 e 8 será apresentada a peça “Zona Paraíso”; e nos dias 15, 22 e 29 o grupo encena ”Os Dez Mandamentos da Capital”. Todas as apresentações serão gratuitas, no Parque da Redenção.

O Povo da Rua atinge, em 2016, sua maioridade artística, completando 18 anos de atividades continuadas. Com o apoio da FUNARTE Prêmio Myriam Muniz de manutenção de grupos, realizará uma diversificada programação aberta e gratuita para a população e comunidade artística; como oficinas de formação em teatro de rua e cortejo, apresentações e intercâmbio artístico, entre outros.

Agenda de Apresentações mês de maio

 

ZONA PARAÍSO

Data: 7/5 (sábado)

Horário: 16h

Local: Redenção, frente ao monumento expedicionário

 

Data: 8/5 (domingo)

Horário: 12h

Local: Redenção - próximo ao parquinho.

 

OS DEZ MANDAMENTOS DA CAPITAL

Data: 15/5 (domingo)

Horário: 15h

Local: Redenção - próximo ao parquinho

 

Data: 22/5 (domingo)

Horário: 11h

Local: Redenção próximo ao parquinho.

 

Data: 29/5 (domingo)

Horário: 15h

Local: Redenção próximo ao parquinho.

 

Classificação: livre Tempo de duração: 60 min.

 

CONTATOS COM PRODUÇÃO:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

(51) 96674865

Manifesto

Manifesto RBTR

 
SOMOS articuladores e articuladoras da Rede Brasileira de Teatro de Rua. Já há oito anos ouvimos, dialogamos, aguardamos, lutamos, rebatemos, sentamos, exigimos desse governo ações concretas e de fato efetivas pela arte pública e pela cultura do nosso país. Agora, o diálogo é única oferta já que o orçamento vergonhosamente vêm sumindo aos nossos olhos, ano a ano. Sentimos que o sim ao diálogo deixou de ser possibilidade de transformação para tornar-se um estado de legitimação de uma falsa democracia, de uma falsa participação, de um falso programa de cultura que nunca houve. 
 
Cansamos! Não da luta, cansamos desse tipo de política da migalha. Não vemos sentido em sentar e dialogar com um ministro ou secretário, se as conversas sempre esbarram na falta de verba. Por quais ralos escoam nosso dinheiro? No pagamento dos juros? No setor de marketing das empresas? Nos gastos com militarização? Nas poucas famílias que controlam a mídia? Nos megaeventos? Nas empreiteiras e sua especulação imobiliária? Nos bancos? Nesse discurso que se diz popular, democrático e participativo, nunca antes na história desse país, as instituições privadas lucraram tanto. 
 
“Não mexe comigo, que eu não ando só!” E por isso, fortalecemos a nossa luta, engrossando esse caldo com os professores, com os movimentos de moradia, com os movimentos pela saúde pública, com as pautas pela desmilitarização da polícia, com o movimento indígena, com as mães de maio, com o movimento contra o genocídio nas periferias, com as pautas de descriminalização da maconha, com os quilombolas, com os povos da floresta, com o movimento LGBT, com as culturas populares, com os movimentos feministas, com o movimento negro, com as periferias, com os trabalhadores e trabalhadoras de todo país. 
 
Não há como produzir pensamentos, pautas, programas e leis mais elaboradas para a cultura do que as já construídas nesses últimos anos. Sabemos o que queremos. Já fizemos inúmeras cartas, documentos, reuniões. O que é necessário para o fomento efetivo dos trabalhadores e trabalhadoras de cultura desse país, já está documentado há muito tempo. Resta pôr em prática. 
 
O dinheiro e energia das caravanas, das conferências e das reuniões, pra nós, torna-se agora um desperdício, um falso processo, uma falácia. Estamos reunidos, estamos conversando, continuamos nos organizando, mas agora seremos claros e diretos. 
 
Edital não é política pública. Exigimos: 
 
- os editais transformados em leis com dotação orçamentária própria, com comissões eleitas pela sociedade civil.
 - a criação da LEI PRÊMIO TEATRO BRASILEIRO, nessas condições. 
- a criação da LEI PRÊMIO PARA AS ARTES PÚBLICAS, nessas condições.
 - a mínima fatia do orçamento de 2% em nível federal, 1,5% em nível estadual e 1% em nível municipal (PEC 150) 
- o fim da renúncia fiscal, da Lei Rouanet e de seu simulacro, o Pro-cultura. 
 
No sentido de viabilizar essas pautas, estamos prontos. Unimo-nos a diferentes frentes de luta porque entendemos que o projeto maior é de uma sociedade que seja de fato pública e igualitária nas condições de sobrevivência de todos os seres-humanos. Não faremos figuração em eventos do governo, nem demonstraremos apoio a um governo que não cumpre suas promessas, tampouco aceitaremos nada menos que o mínimo produzido por nossa categoria em oito anos de muita militância e pensamento conjunto.
 
Sem mais. E com os nossos, cada vez mais... 
 
 Rede Brasileira de Teatro de Rua – Sorocaba/SP – 17 de Maio de 2015.

Os Dez Mandamentos da Capital pelas Capitais do Brasil

 

Contemplado pelo Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua, a peça será encenada nos dias 24 e 26/03 na Lomba do Pinheiro e na Rede Social Murialdo, em Porto Alegre

 

O espetáculo “Os Dez Mandamentos da Capital”, do Povo da Rua – Teatro de Grupo, volta a ser encenado em Porto Alegre em duas apresentações. A primeira é gratuita e aberta ao público, na terça-feira (24/3), às 19h, na Rua João de Oliveira Remião, 4444, em frente ao CPCA - Centro de Promoção da Criança e do Adolescente, no Bairro Lomba do Pinheiro. Já na quinta-feira (26/3), o espetáculo será apresentado para alunos da Rede Social Murialdo (Rua Vidal de Negreiros, 583). A peça foi contemplada pelo Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua, e entra em circulação agora, passando por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília nos próximos meses.

Confira maiores detalhes em nossa agenda!

Foto Carlos_Bailon._1